DOMINGO DE RAMOS DA PAIXÃO DO SENHOR – Ano A – Tarde

Textos conforme a 3ª edição Típica do Missal Romano

COR: Vermelha – Creio - Prefácio próprio – solenidade - 2ª semana do saltério

 

Comentário inicial

 

(Antes do canto inicial a comunidade se volta para a entrada da igreja para a bênção dos ramos)

 

Canto de abertura:

Os filhos dos hebreus, / com ramos de palmeira, / correram ao encontro/ de Jesus, nosso Senhor, /: cantando e gritando: "hosana, ó salvador!" :/

1. O mundo/ e tudo que tem nele é de Deus, / a terra e os que aí vivem, todos seus! / Foi Deus/ que a terra construiu por sobre os mares, / no fundo do oceano, seus pilares!

2. Quem vai / morar no templo de sua cidade?... / Quem pensa e vive longe das vaidades! / Pois Deus,/ o Salvador o abençoará, / no julgamento o defenderá!

3. Assim, / são todos os que prestam culto a Deus / que adoram o Senhor, Deus dos hebreus! / Portões/ antigos, se escancarem, vai chegar, / alerta! O rei da glória vai entrar!

4. Quem é, / quem é, então, quem é o rei da glória? / O Deus, forte Senhor da nossa história!/ Portões/ Antigos, se escancarem, vai chegar,/ alerta! O rei da glória vai entrar!

5. Quem é, / quem é, então, quem é o rei da glória? / O Deus que tudo pode, é o rei da glória! Aos três, / ao Pai, ao Filho e ao Confortador/ da igreja que caminha o louvor!

 

Sinal da Cruz:

 

PR: Em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.

AS: Amém.

PR: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.

AS: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.

 

Ato Penitencial

PR: Em Jesus Cristo, o Justo, que intercede por nós e nos reconcilia com o Pai, abramos o nosso espírito ao arrependimento para sermos dignos de nos aproximar da mesa do Senhor. (pausa)

 

Senhor, eu pequei, / pratiquei o que é mau. / Tem piedade, perdoai-me, / por misericórdia!

Cristo, eu pequei, / pratiquei...

Senhor, eu pequei, / pratiquei...

 

PR: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.

AS: Amém.

 

Coleta

PR: Deus eterno de todo-poderoso, para dar aos homens um exemplo de humildade, quisestes que o nosso Salvador assumisse a condição humana e morresse na cruz. Concedei-nos aprender o ensinamento de sua paixão e participar de sua ressurreição. Ele, que é Deus, e conosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

AS: Amém.

 

Liturgia da Palavra

 

Comentário:

 

Primeira Leitura: Is 50,4-7

 

Leitura do livro do profeta Isaías:

4O Senhor Deus deu-me língua adestrada, para que eu saiba dizer palavras de conforto à pessoa abatida; ele me desperta cada manhã e me excita o ouvido, para prestar atenção como um discípulo. 5O Senhor abriu-me os ouvidos; não lhe resisti nem voltei atrás. 6Ofereci as costas para me baterem e as faces para me arrancarem a barba; não desviei o rosto de bofetões e cusparadas. 7Mas o Senhor Deus é meu auxiliador, por isso não me deixei abater o ânimo, conservei o rosto impassível como pedra, porque sei que não sairei humilhado. Palavra do Senhor.

AS: Graças a Deus.

 

Salmo Responsorial 21(22)

 

R. Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?

 

1. Riem de mim todos aqueles que me veem, / torcem os lábios e sacodem a cabeça: / “Ao Senhor se confiou, ele o liberte / e agora o salve, se é verdade que ele o ama!” – R.

 

2. Cães numerosos me rodeiam furiosos, / e por um bando de malvados fui cercado. / Transpassaram minhas mãos e os meus pés, / e eu posso contar todos os meus ossos. – R.

 

3. Eles repartem entre si as minhas vestes / e sorteiam entre si a minha túnica. / Vós, porém, ó meu Senhor, não fiqueis longe, / ó minha força, vinde logo em meu socorro! – R.

 

4. Anunciarei o vosso nome a meus irmãos / e no meio da assembleia hei de louvar-vos! / Vós que temeis ao Senhor Deus, dai-lhe louvores, † glorificai-o, descendentes de Jacó, / e respeitai-o, toda a raça de Israel! – R.

 

Segunda Leitura: Fl 2,6-11

 

Leitura da carta de São Paulo aos Filipenses:

6Jesus Cristo, existindo em condição divina, não fez do ser igual a Deus uma usurpação, 7mas ele esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e tornando-se igual aos homens. Encontrado com aspecto humano, 8humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz. 9Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o nome que está acima de todo nome. 10Assim, ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra 11e toda língua proclame: “Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai. Palavra do Senhor.

AS: Graças a Deus.

 

Evangelho (mais breve Mt 27,11-54)

 

Aclamação:

 

R. Glória e louvor a vós, ó Cristo.

- Jesus Cristo se tornou obediente, obediente até a morte numa cruz. Pelo que o Senhor Deus o exaltou e deu-lhe um nome muito acima de outro nome. (Fl 2,8-9) – R.

 

PR: Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo Mateus.

N (Narrador): Naquele tempo, 11Jesus foi posto diante do governador, e este o interrogou: L (Leitor): “Tu és o rei dos judeus?” N: Jesus declarou: P (Sacerdote) “É como dizes”, N: 12e nada respondeu, quando foi acusado pelos sumos sacerdotes e anciãos. 13Então Pilatos perguntou: L: “Não estás ouvindo de quanta coisa eles te acusam?” N: 14Mas Jesus não respondeu uma só palavra, e o governador ficou muito impressionado. 15Na festa da Páscoa, o governador costumava soltar o prisioneiro que a multidão quisesse. 16Naquela ocasião, tinham um prisioneiro famoso, chamado Barrabás. 17Então Pilatos perguntou à multidão reunida: L: “Quem vós quereis que eu solte: Barrabás, ou Jesus, a quem chamam de Cristo?” N: 18Pilatos bem sabia que eles haviam entregado Jesus por inveja. 19Enquanto Pilatos estava sentado no tribunal, sua mulher mandou dizer a ele: L: “Não te envolvas com esse justo! Porque esta noite, em sonho, sofri muito por causa dele”. N: 20Porém, os sumos sacerdotes e os anciãos convenceram as multidões para que pedissem Barrabás e que fizessem Jesus morrer. 21O governador tornou a perguntar: L: “Qual dos dois quereis que eu solte?” N: Eles gritaram: G (Assembleia): “Barrabás”. N: 22Pilatos perguntou: L: “Que farei com Jesus, que chamam de Cristo?” N: Todos gritaram: G: “Seja crucificado!” N: 23Pilatos falou: “Mas, que mal ele fez?” N: Eles, porém, gritaram com mais força: G: “Seja crucificado!” N: 24Pilatos viu que nada conseguia e que poderia haver uma revolta. Então mandou trazer água, lavou as mãos diante da multidão, e disse: L: “Eu não sou responsável pelo sangue deste homem. Este é um problema vosso!” N: 25O povo todo respondeu: G: “Que o sangue dele caia sobre nós e sobre os nossos filhos”. N: 26Então Pilatos soltou Barrabás, mandou flagelar Jesus, e entregou-o para ser crucificado. 27Em seguida, os soldados de Pilatos levaram Jesus ao palácio do governador, e reuniram toda a tropa em volta dele. 28Tiraram sua roupa e o vestiram com um manto vermelho; 29depois teceram uma coroa de espinhos, puseram a coroa em sua cabeça, e uma vara em sua mão direita. Então se ajoelharam diante de Jesus e zombaram, dizendo: G: “Salve, rei dos judeus!” N: 30Cuspiram nele e, pegando uma vara, bateram na sua cabeça. 31Depois de zombar dele, tiraram-lhe o manto vermelho e, de novo, o vestiram com suas próprias roupas. Daí o levaram para crucificar. 32Quando saíam, encontraram um homem chamado Simão, da cidade de Cirene, e o obrigaram a carregar a cruz de Jesus. 33E chegaram a um lugar chamado Gólgota, que quer dizer “lugar da caveira”. 34Ali deram vinho misturado com fel para Jesus beber. Ele provou, mas não quis beber. 35Depois de o crucificarem, fizeram um sorteio, repartindo entre si as suas vestes. 36E ficaram ali sentados, montando guarda. 37Acima da cabeça de Jesus puseram o motivo da sua condenação: “Este é Jesus, o Rei dos Judeus”. 38Com ele também crucificaram dois ladrões, um à direita e outro à esquerda de Jesus. 39As pessoas que passavam por ali o insultavam, balançando a cabeça e dizendo: G: 40“Tu que ias destruir o Templo e construí-lo de novo em três dias, salva-te a ti mesmo! Se és o Filho de Deus, desce da cruz!” N: 41Do mesmo modo, os sumos sacerdotes, junto com os mestres da Lei e os anciãos, também zombaram de Jesus: G: 42“A outros salvou… a si mesmo não pode salvar! É Rei de Israel… Desça agora da cruz e acreditaremos nele. 43Confiou em Deus; que o livre agora, se é que Deus o ama! Já que ele disse: Eu sou o Filho de Deus”N: 44Do mesmo modo, também os dois ladrões que foram crucificados com Jesus, o insultavam. 45Desde o meio-dia até às três horas da tarde, houve escuridão sobre toda a terra. 46Pelas três horas da tarde, Jesus deu um forte grito: P: “Eli, Eli, lamá sabactâni?”, N: que quer dizer: “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?” 47Alguns dos que ali estavam, ouvindo-o, disseram: G: “Ele está chamando Elias!” N: 48E logo um deles, correndo, pegou uma esponja, ensopou-a em vinagre, colocou-a na ponta de uma vara, e lhe deu para beber. 49Outros, porém, disseram: G: “Deixa, vamos ver se Elias vem salvá-lo!” N: 50Então Jesus deu outra vez um forte grito e entregou o espírito.

Aqui todos se ajoelham e faz-se uma pausa.

N: 51E eis que a cortina do santuário rasgou-se de alto a baixo, em duas partes, a terra tremeu e as pedras se partiram. 52Os túmulos se abriram e muito corpos dos santos falecidos ressuscitaram! 53Saindo dos túmulos, depois da ressurreição de Jesus, apareceram na Cidade Santa e foram vistos por muitas pessoas. 54O oficial e os soldados que estavam com ele guardando Jesus, ao notarem o terremoto e tudo que havia acontecido, ficaram com muito medo e disseram: G: “Ele era mesmo Filho de Deus!”

PR: Palavra da Salvação.

 

Homilia

 

Credo (Profissão de fé) - Fórmula Apostólica

            Creio em Deus, PAI todo-poderoso, criador do céu e da terra. E em Jesus Cristo, seu único FILHO, nosso Senhor (breve inclinação até ‘da Virgem Maria’), que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria. Padeceu sob Pôncio Pilatos; foi crucificado, morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus; está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos.

            Creio no ESPÍRITO SANTO, na santa Igreja católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.

 

Preces da Assembleia

PR: Irmãos e irmãs, ao Salvador do mundo dirijamos nossos pedidos, dizendo:

AS: Bendito o que vem em nome do Senhor!

1. Senhor Jesus, que assumistes a condição humana, fazendo-vos obediente, conduzi a Igreja a ser fiel testemunha do vosso amor pela humanidade, nós vos invocamos.

2. Vós que entraste em Jerusalém com mansidão, ajudai as autoridades a encontrar caminhos para a sociedade vencer as forças da morte e do mal que investem contra as pessoas mais fragilizadas, nós vos invocamos.

3. Vós que viestes ao mundo para reconciliar a humanidade, convertei os corações, para que pulsem num ritmo novo e compreendam que só o amor é capaz de transformar, nós vos invocamos.

4. Vós que não vos deixastes abater pelo sofrimento, inspirai-nos a ter sempre palavras de ânimo e esperança para as pessoas tristes e desconsoladas, nós vos invocamos.

(outras preces...)

PR: Tudo isso vos pedimos, ó Pai, por Cristo, nosso Senhor. 

 

Liturgia Eucarística

 

Motivação:

 

Oferendas:

 

/: Pão e vinho / te apresentamos / nesse altar / como sinal / que tu recolhes/ nossa oferta. / Tudo o que somos deixamos aqui :/

É um milagre que se dá. / O pão e o vinho em corpo e sangue, / vão se transformar. / Não há limites para o amor. / Vem transformar também minha vida, / oh Senhor, / é teu esse milagre de amor.

 

PR: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

AS: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.

 

Sobre as oferendas

PR: Pela paixão do vosso Filho Unigênito, apressai, Senhor, a hora da nossa reconciliação; concedei-nos, por este único e admirável sacrifício, a misericórdia que não merecemos por nossas obras. Por Cristo, nosso Senhor.

AS: Amém.

 

Oração Eucarística II - Prefácio: A paixão do Senhor

 

PR: O Senhor esteja convosco.

AS: Ele está no meio de nós.

PR: Corações ao alto.

AS: O nosso coração está em Deus.

PR: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.

AS: É nosso dever e nossa salvação.

PR: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus todo-poderoso. Por Cristo, nosso Senhor. Inocente, dignou-se sofrer pelos pecadores. Santíssimo, quis ser condenado a morrer pelos criminosos. Sua morte apagou nossos pecados e sua ressurreição trouxe-nos a justificação. Por isso, com todos os anjos, nós vos louvamos em alegre celebração, cantando (dizendo) a uma só voz:

 

Santo, Santo, Santo, / Senhor Deus do universo! / O céu e a terra proclamam a vossa glória. / Hosana nas alturas! / Bendito o que vem / em nome do Senhor! / Hosana, nas alturas!

 

PR: Na verdade, ó Pai, vós sois Santo, fonte de toda santidade. Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e † o Sangue de nosso Jesus Cristo.

AS: Enviai o Vosso Espírito Santo!

 

PR: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão, Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos, dizendo:

TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.

Do mesmo modo, no fim da Ceia, ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos, dizendo:

TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS, PARA A REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.

Mistério da fé!

AS: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

 

PR: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.

AS: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta.

 

PR: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.

AS: O Espírito nos una num só corpo!

 

PR: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; *e aqui convocada no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal; que ela cresça na caridade, em comunhão com o papa N., com o nosso bispo N., os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.

AS: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

(Corpo presente, sétimo dia...)

PR: Lembrai-vos do vosso filho (da vossa filha) N., que (hoje) chamastes deste mundo à vossa presença. Tendo sido sepultado (a) com Cristo em sua morte, no Batismo, participe igualmente da sua ressurreição.

PR: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos (outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.

AS: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

 

PR: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, Os Apóstolos, (São N. Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos por Jesus Cristo, vosso Filho.

 

PR: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.

AS: Amém!

 

Rito da Comunhão

(Pai-nosso)

 

PR: O Senhor nos comunicou o seu Espírito. Com a confiança e a liberdade de filhos e filhas, digamos juntos:

AS:  Pai nosso, que estais nos céus, santificado seja o vosso Nome. Venha a nós o vosso reino. Seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos daí hoje. Perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido. E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

PR: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.

AS:  Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

 

Oração da Paz

PR: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos apóstolos: “Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz”. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima a vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade. Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.

AS:  Amém.

 

PR: A paz do Senhor esteja sempre convosco.

AS:  O amor de Cristo nos uniu.

Abraço da paz (Opcional)

 

(Enquanto o Celebrante parte a Hóstia consagrada, alguém inicia a invocação ou canto:)

 

AS: /: Cordeiro de Deus, / que tirais o pecado do mundo. / Tende piedade, / tende piedade, / tende piedade, / piedade de nós! :/

Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo. / Dai-nos a paz, / dai-nos a paz, / dai-nos a paz, Senhor, / a vossa paz!

 

PR: Felizes os convidados para Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

AS:  Senhor, eu não sou digno (a) de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo (a).

 

Comunhão:

 

Minha alma se esvai em tristeza / e meus anos se vão em gemidos; / enganado por meus opressores, / só em ti eu encontro abrigo!

Atende, Senhor, o clamor do meu coração: / "O meu espírito entrego em tuas mãos!"

2. Quanta angústia!... Meus olhos são tristes, / e me vejo qual vaso partido. / Mas tua face é a luz que procuro, / de tua vista eu não seja excluído!

3. Às ocultas me dizem blasfêmias, / por tua graça tão plena me salves! / Em correntes pesadas me ataram, / vem depressa, Senhor libertar-me!

4. Tem piedade de mim, Senhor Santo! / Sê a casa que possa abrigar-me!

Ao meu lado só tramam a morte, / mas confio que vens libertar-me!

 

Campanha da Fraternidade 2026

 

“Perante situações injustas, dolorosas, a fé oferece-nos a luz que dissipa a escuridão. (...) Não encontramos qualquer tipo de justificação social, moral ou de outro gênero para aceitar a carência de habitação. São situações injustas, mas sabemos que Deus está a sofrê-las juntamente conosco, está a vive-las ao nosso lado. Não nos deixa sozinhos. (...) É a fé que nos diz que Deus está conosco, que Deus está no meio de nós e a sua presença incita-nos á caridade; àquela caridade que nasce do apelo de um Deus que não cessa de bater à nossa porta, aporta de todos para nos convidar ao amor, à compaixão, a darmo-nos uns aos outros. Jesus continua a bater às nossas portas, à nossa vida. Não o faz magicamente, nem o faz com truques, com vistosos placares ou fogos de artifício. Jesus continua a bater à nossa porta no rosto do irmão, no rosto do vizinho, no rosto de quem vive junto a nós” (Papa Francisco). Concluímos este percurso reafirmando que “acreditamos na força da Páscoa de Jesus e ‘desejamos assumir, a cada dia, as alegrias e esperanças, as angústias e as tristezas do povo brasileiro, especialmente das populações das periferias urbanas e das zonas rurais – sem-terra, sem teto, sem pão, sem saúde -lesadas em seus direitos” (CNBB). 

 

 

Depois da comunhão

PR: Saciados pelo vosso sacramento, nós vos pedimos, Senhor: como, pela morte de vosso Filho nos destes esperar o que cremos, dai-nos, pela sua ressurreição, alcançar o que buscamos. Por Cristo, nosso Senhor.

AS: Amém.

 

Bênção Final

PR: O Senhor esteja convosco.

AS: Ele está no meio de nós.

PR: Olhai, Senhor, esta vossa família, pela qual nosso Senhor Jesus Cristo não hesitou entregar-se às mãos dos malfeitores e sofrer o suplício da cruz. Ele que vive e reina pelos séculos dos séculos.

AS: Amém!

PR: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho † e Espírito Santo.

AS: Amém.

 

Saudação à Nossa Senhora:

Salve Rainha, Mãe de misericórdia, vida doçura e esperança nossa, salve! A vós bradamos os degredados filhos de Eva. A vós suspiramos, gemendo e chorando nesse vale de lágrimas. Eia, pois, advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e depois desse desterro mostrai-nos Jesus, bendito fruto do vosso ventre, ó clemente, ó piedosa, ó doce e sempre Virgem Maria. – Rogai por nós Santa Mãe de Deus.

– Para que sejamos dignos das promessas de Cristo. Amém.

 

Canto Final:

Bendita e louvada seja / a Paixão do Redentor, /: que por nós sofreu martírios, / morreu por nosso amor! :/

2. Os céus cantam a vitória / de nosso Senhor Jesus; /: cantemos também na terra/ louvores à Santa Cruz! :/

3. Humildes e confiantes / levemos a nossa cruz; /: seguindo sublime exemplo de nosso Senhor Jesus! :/

4. Cordeiro imaculado, / por todos morreu Jesus; /: pagando as nossas culpas / é rei pela sua Cruz :/

5. Sustenta gloriosamente / nos braços ao bom Jesus; /: sinal de esperança e vida, / o lenho da santa Cruz :/

6. É arma em qualquer perigo, / É raio de eterna luz; /: bandeira vitoriosa / o santo sinal da cruz :/

7. Ao povo aqui reunido / daí graça, perdão e luz; /: salvai-nos, ó Deus clemente, / em nome da Santa Cruz! :/