São Paulo Miki e companheiros mártires
Primeira Leitura (Gn 1,1-19)
Leitura do Livro do Gênesis.
1No princípio,
Deus criou o céu e a terra. 2A terra estava deserta e vazia, as trevas cobriam
a face do abismo e o Espírito de Deus pairava sobre as águas. 3Deus disse:
“Faça-se a luz!” E a luz se fez. 4Deus viu que a luz era boa e separou a luz
das trevas. 5E à luz Deus chamou “dia” e às trevas, “noite”. Houve uma tarde e
uma manhã: primeiro dia. 6Deus disse: “Faça-se um firmamento entre as águas,
separando umas das outras”. 7E Deus fez o firmamento, e separou as águas que
estavam embaixo das que estavam em cima do firmamento. E assim se fez. 8Ao
firmamento Deus chamou “céu”. Houve uma tarde e uma manhã: segundo dia. 9Deus
disse: “Juntem-se as águas que estão debaixo do céu num só lugar e apareça o
solo enxuto!” E assim se fez. 10Ao solo enxuto Deus chamou “terra” e ao
ajuntamento das águas, “mar”. E Deus viu que era bom. 11Deus disse: “A terra
faça brotar vegetação e plantas que deem semente, e árvores frutíferas que deem
fruto segundo a sua espécie, que tenham nele sua semente sobre a terra”. E
assim se fez. 12E a terra produziu vegetação e plantas que trazem semente
segundo a sua espécie, e árvores que dão fruto tendo nele a semente da sua
espécie. E Deus viu que era bom. 13Houve uma tarde e uma manhã: terceiro dia.
14Deus disse: “Façam-se luzeiros no firmamento do céu, para separar o dia da
noite. Que sirvam de sinais para marcar as épocas, os dias e os anos, 15e que
resplandeçam no firmamento do céu e iluminem a terra”. E assim se fez. 16Deus
fez os dois grandes luzeiros: o luzeiro maior para presidir ao dia, e o luzeiro
menor para presidir à noite, e as estrelas. 17Deus colocou-os no firmamento do
céu para alumiar a terra, 18para presidir ao dia e à noite e separar a luz das
trevas. E Deus viu que era bom. 19E houve uma tarde e uma manhã: quarto dia.
- Palavra do Senhor.
Responsório Sl 103(104),1-2a.5-6.10 e
12.24 e 35c (R. 31b)
— Alegre-se o Senhor em suas obras!
— Alegre-se o Senhor em suas obras!
— Bendize, ó
minha alma, ao Senhor! Ó meu Deus e meu Senhor, como sois grande! De majestade
e esplendor vos revestis e de luz vos envolveis como num manto.
— A terra vós
firmastes em suas bases, ficará firme pelos séculos sem fim; os mares a
cobriram como um manto, e as águas envolviam as montanhas.
— Fazeis brotar
em meio aos vales as nascentes que passam serpeando entre as montanhas; às suas
margens vêm morar os passarinhos, entre os ramos eles erguem o seu canto.
— Quão
numerosas, ó Senhor, são vossas obras, e que sabedoria em todas elas! Encheu-se
a terra com as vossas criaturas! Bendize, ó minha alma, ao Senhor!
Evangelho (Mc 6,53-56)
Naquele tempo,
53tendo Jesus e seus discípulos acabado de atravessar o mar da Galileia,
chegaram a Genesaré e amarraram a barca. 54Logo que desceram da barca, as
pessoas imediatamente reconheceram Jesus.
55Percorrendo
toda aquela região, levavam os doentes deitados em suas camas para o lugar onde
ouviam falar que Jesus estava.
56E, nos
povoados, cidades e campos onde chegavam, colocavam os doentes nas praças e
pediam-lhe para tocar, ao menos, a barra da sua veste. E todos quantos o
tocavam ficavam curados.
— Palavra da Salvação.
Fonte: https://liturgia.cancaonova.com/pb/
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